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Solar das Sete Mortes

Localização: Rua do Passo, Centro Histórico de Salvador, Bahia/Brasil


(Foto internet)


História:

Construída na segunda metade do século XVII, no qual de acordo com dados históricos, o prédio foi construído para uso exclusivamente residencial.

Sua arquitetura mescla alguns estilos: português, espanhol, árabe e mouro, com detalhes inglês na parte interna da casa.

 

Trecho a seguir retirado em cópia do site oficial Iphan: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.


Casa urbana que se desenvolve em dois pavimentos e mais um sótão, em torno de um pátio interno, com revestimento de azulejos seiscentistas nas paredes e de mármore no piso.


Em torno do pátio, nos dois pavimentos, abrem-se galerias de circulação. Pode-se encontrar ainda, a casa de banhos com banheira encrustada de conchas. A caixa externa da construção é constituída de alvenaria de pedra com paredes internas do tipo francês.

Sua fachada é revestida de azulejos azuis portugueses da segunda metade do séc. XIX, e o vestíbulo decorado com azulejos ingleses da mesma época. As janelas do pavimento superior são do tipo janela-rasgada com balcão e recebem ornamentos no estilo D. Maria I.

(Foto internet)

No ano de 1943, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, como patrimônio nacional, possui grande valor histórico e arquitetônico.


Porque Casa das Sete Mortes?


No ano de 1756, ocorreram alguns homicídios, segundo documentos dos Arquivo Público da Bahia.


(Foto internet)


Apesar de levar o nome de 07 mortes, segundo os documentos e registros oficiais com base em investigações, aconteceram 04 assassinatos na residência e em todos foram usados facas. As investigações aconteceram durante anos e não conseguiram até o momento, explicar as mortes.


(Foto internet)


Os 04 Assassinatos:


Padre Manoel de Almeida Pereira, 02 escravos e 01 empregado.


Ano de 1881:


No ano de 1881, Joaquim Esteves dos Santos, proprietário da casa, veio a falecer (não encontrei registros sobre a morte). Joaquim, deixou a casa para suas filhas Ana Inocência Esteves Alfama e Ernestina Esteve dos Santos Guimarães.


No ano de 1936, Ernestina Esteves dos Santos Guimarães doa a propriedade para à Casa Pia e Colégio dos Órfãos de São Joaquim.


(Foto internet)


Somando os 04 assassinatos que consta em registro, mais uma morte, aparentemente de forma natural, a propriedade soma 05 mortes no total, talvez as outras duas, possam estar ligadas aos antigos proprietários ou alguma morte que tenha ocorrido na época de sua construção e até o momento não se tem notícias oficiais.


(Foto internet)


Cronologia:


Séc. XVII – Fundação da casa. Nela residiu no século imediato o Padre Manuel de Almeida;


1755 – Segundo o Livro do Tribunal das Relações da Bahia, sucederam neste ano, não sete mortes, mas (04) quatro por homicídio, na casa;


1795 – Casa pertence a D. Catarina de Senna da Silva Marinho;


1881 – Morre Joaquim Esteves dos Santos deixando a casa para suas filhas Ana Inocência Esteves Alfama e Ernestina Esteve dos Santos Guimarães;


1936 – A casa foi doada por Ernestina Esteves dos Santos Guimarães à Casa Pia e Colégio dos Órfãos de São Joaquim;


(Foto internet)


Eternos Moradores:


Moradores da região e turistas que estiveram no local, dizem ouvir sons e sussurros, e até mesmo vultos nas janelas em alguns cômodos.


Já houve relato sobre sons de objetos como metais e alguns falam sobre gritos e uma sensação estranha e ruim, ao permanecer no local.

1 Comment

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Guest
Jul 06, 2021

tudo é estranho... quem mais sera que morreu ai? porque chama 07 morte, só aparece 04 morte, será que 03 mortes nao pode ser revelada? alguém importante ou erro da midia que propagou reportagem errada? curioso, muito curioso.... mais gostei do local, bonita casa

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