Porto Royal - Cidade Submersa
- Thais Riotto
- 3 de nov. de 2023
- 2 min de leitura
Atualizado: 3 de jan. de 2024
Local: W5Q4+88W, Porto Royal, Jamaica

O local antigamente foi um lendário esconderijo de piratas, que atacavam a comunidade e os navios que se aproximavam. Por isso era conhecida como: A cidade mais perversa do Planeta,
No ano de 1692 um terremoto mudou para sempre a vida dessa cidade, de grande escala o mesmo levou para as profundezes grande parte da cidade, que ficou por dias coberta por ondas.
Depois de alguns anos, essa parte da cidade no fundo do oceano, assim como a parte que ainda está visível em terra tornaram-se patrimônio da UNESCO com o único objetivo de preservar a memória, os tesouros e a arquitetura.
Na parte da cidade, que está no fundo do oceanos pesquisadores e mergulhadores relatam sobre registros históricos que descrevem que o ouro dos piratas ainda pode estar em algum lugar em baixo dá água, em cavernas de tuneis submersos.
No auge do ano de 1690 a cidade possuía mais ou menos 6 mil moradores com mais de 2 mil propriedades, um comercio rico em variedades o que fazia dessa cidade em particular uma das mais ricas da América Central.
Além dos tesouros escondidos dos piratas, a cidade submersa é rica em detalhes de suas ruinas das quais vidas submarinas crescem ao redor, mas um artefato encontrado marca a história no momento em que o terremoto a destruiu:
Um relógio travado nas horas: 11:34, que segundo pesquisadores foi a hora que o terremoto começou e em poucos minutos metade da cidade estava coberta por ondas e se tornaria um turismo submerso.
Texto a seguir em cópia do site oficial da UNESCO:
Hoje Port Royal é uma comunidade viva com mais de 2.000 membros. A totalidade e a integridade do património cultural continuado aqui são ilustradas por vários factores.
Em primeiro lugar, a importância global da propriedade pode ser medida de forma quantificável pelos abundantes registos históricos e pela acessibilidade de um sítio arqueológico detalhado e imaculadamente preservado na cidade subaquática.
Além disso, a área funciona como um centro de pesquisa interativo, com o antigo Hospital Naval abrigando o Museu Nacional de Arqueologia Histórica-gv. e o Centro de Pesquisa Arqueológica e de Conservação.
O Centro é composto por cerca de 50 indivíduos que se envolvem em diversas áreas de pesquisa, análise, serviços de apoio e relações públicas. No futuro, a intenção é fornecer instalações e pessoal adicionais para maximizar os programas de investigação e educação pública.
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