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Myrtles Plantation

Atualizado: 7 de out. de 2021


Local: Myrtles Plantation Highway 61, St. Francisville, Louisiana.



Bem-Vindos a uma das Casas Mais Assombradas da América!

(Foto site oficial)


Tempo e eternidade ESTE mundo não é uma conclusão; Uma sequência está além, Invisível, como música, Mas positiva, como som.

-Emily Dickinson


É dessa forma que o hotel/pousada recebe seus hospedes. (Ambos os textos estão no site oficial, em inglês. O site encontra-se no final desse post).

(Foto site oficial)


Localização:


Myrtles Plantation Highway 61, St. Francisville, Louisiana. Localizada a 26 milhas ao norte de Baton Rouge e 98 milhas a noroeste de New Orleans por meio de estradas interestaduais.


“The Myrtles Plantation convida você a entrar no passado para uma visita ao esplendor anterior à guerra. Relaxe em uma cadeira de balanço gigante na ampla varanda ou passeie por nossos jardins históricos repletos de carvalhos vivos, árvores de Murta Crepe, azáleas e outras espécies da flora e fauna típicas das plantações anteriores à guerra” (Trecho com cópia do site oficial)


 

História:


As histórias do local está ligada a algumas pessoas e alguns anos até tornar-se conhecida. Dessa forma, e para melhor compreensão, os fatos que contam a trajetória da fazenda, estão separados por pessoas e datas.


David Bradford (1777 – 1799)


No ano de 1777, David Bradford comprou um pequeno pedaço de terra e uma casa de pedra num condado perto de Washington, no qual transformou-se em um famoso advogado e vice procurador, alguns anos depois, David conhece Elisabeth Porter e se casam no ano de 1785 e começam sua família.


Como era famoso e importante, seus negócios passaram a demandar mais espaço, já que sua pequena casa não suportava mais. Então David resolveu construir uma casa em Washington, mas já era uma época sombria.


No final do ano de 1794 David abandona a casa e sua família, o que sabe da história é que ele já estaria na Rebelião do Whisky e que supostamente George Washington (1° presidente dos EUA) teria colocado um preço por sua cabeça pelo seu envolvimento no caso.


Obs. Rebelião do Whiskey (breve explicação): Foi o primeiro imposto aplicado sobre um produto doméstico pelo recém-formado governo federal. Tornou-se lei no ano de 1791 e tinha como objetivo gerar receita para a dívida de guerra contraída durante a Guerra Revolucionária. O imposto era aplicado a todos os destilados, mas o uísque americano era de longe a bebida destilada mais popular do país durante o século XVIII, e modo que o imposto ficou amplamente conhecido como "imposto do uísque".


Depois de deixar Washington, Bradford foi para Pittsburgh e acabou se estabelecendo em Bayou Sarah. Uma região conhecida por ele desde o ano de 1792, quando passou pelo local com a intenção de ganhar uma concessão de terras. No ano de 1796, quando retornou comprou aproximadamente mais 200 hectares de terra e construiu uma casa com 08 cômodos, do qual nomeou de Laurel Grove, na qual ficou morando sozinho até o ano de 1799.


Nesse mesmo ano, 1799 ele recebe o perdão pela sua participação na Rebelião do Whisky. Agora perdoado, David Bradford traz a sua família para morar com ele em Bayou Sarah.


David Bradford, com o passar dos anos, começa a ministrar aulas de direito, tenho vários alunos, dentre eles Clark Woodrooff, seu futuro genro.


(Foto site oficial)

 

Clark Woodrooff (1810 – 1835 )


Clark nasceu no ano de 1791 e não desejando seguir os passos do pai que era agricultor, quando completo 19 anos seguiu atras do que tinha certeza da qual iria adquirir sua fortuna no rio Mississippi. No ano de 1810 chega Bayou Sarah.


Com o sonho de fazer fortuna, Clark publica um anúncio no jornal de St. Francisville, divulgando uma academia, no qual a mesma estaria abrindo na primeira segunda-feira de setembro para a receber estudantes.


A intenção era oferecer aulas de inglês, gramática, astronomia, geografia, elocução, composição, caligrafia, grego e latim, mas a ideia não deu certo e Clark acaba por fazer parte do Regimento de Cavalaria do Coronel Hide para lutar na Batalha de Nova Orleans.

Com o fim da guerra, Clark retorna para St. Francisville, com o objetivo de estudar direito e passa a estudar com David Bradford, no qual rapidamente ganha seu diploma e o coração da filha do professor David.


No ano de 1817, Clark se casa com Sarah Mathilda.


(Foto site oficial)


No ano de 1820, David vende o terreno para seu genro, o juiz Clarke Woodruff, que remodelou a mansão, além de aumentar as terras e plantar aproximadamente 650 acres de índigo e algodão.


David, morre pouco tempo depois de vender as terras.


Clark e Sarah tiveram 03 (três) filhos: Cornelia Gale, James e Mary Octavia. Mas, em Julho do ano de 1823, Sarah morre com febre amarela (na época a doença atingiu grande parte da região de Louisiana).


No ano de 1824, Clark perde seus 02 filhos: James e Cornelia, também por causa da febre amarela.


Com a morte de sua sogra, Elisabeth (esposa de David). Clark, volta a fixar sua atenção na prática do Direito e foi nomeado juiz no Distrito D em Covington. Estando nessa nova fase, ele vende no ano de 1834 a fazenda para Ruffin Grey Stirling.


A única filha que permaneceu viva Mary Octavia, casou-se futuramente e viveu com seu pai até sua morte.


No ano de 1835, no distrito de Covington, no qual atuava como juiz, Clark falece.


(Foto site oficial)

 

Ruffin Grey Stirling e os “Myrtles” (1834 – 1854)


Em Janeiro, do ano de 1834 Ruffin Gray Stirling compra a fazenda Laurel Grove (a casa, a terra, os edifícios e todos os escravos) de Clark. A família de Ruffin já eram donos de muitas plantações ao longo do rio Mississippi.


Ruffin Gray Stirling e sua esposa, Mary Catherine Cobb, remodelaram a Laurel Grove com a intenção de as terras tivessem o mesmo estatutos da família e de outras propriedades. Foram realizadas diversas alterações e mantidas algumas partes originais.


(Foto site oficial)


“A varanda de 125 pés de comprimento é conhecida por suas ferragens ornamentais. O foyer de entrada contém alguns dos melhores exemplos de faux-bois e freizework. O lustre francês é de cristal Baccarat e pesa mais de 136 quilos. A entrada com vitral, foi mantida da casa original, foi pintada à mão, gravada e modelada com base na cruz francesa para afastar o mal. Outras mudanças foram os salões de senhoras e senhores com reflexos espelhados um do outro. Estas duas salas são idênticas em tamanho e exibem magníficas molduras de freizework abertas e perfuradas. Os mantos de mármore de Carrara enfeitam as paredes norte e sul dos salões. As salas de jantar e de jogos, importantes para a vida da fazenda, ficam no andar de baixo. O primeiro proporcionou um local para jantares festivos e para discutir acontecimentos do dia; o último oferece uma atmosfera repousante e íntima para jogos de azar. E o nome, foi a última alteração: A propriedade passa a chamar-se: Myrtles”. (trecho retirado com cópia do site oficial)


(Foto site oficial)


No ano de 1852, uma de suas filhas, Sarah Coob case-se com William Drew Winter.


No ano de 1854 Ruffin, morre vítima de tuberculose, deixando sua esposa. Além dele cinco filhos também faleceram. No qual apenas 04 (entre eles Sarah) conseguiram chegar a vida adulta e se casar. A família era composta de 9 filhos.

 

Mary Catherine Cobb (1854 – 1880)


Com a morte do marido Ruffin no ano de 1854, Mary continua cuidando da propriedade e os filhos até o ano de 1865.


No ano de 1865 Mary contrata o marido de sua filha Sarah, William Drew Winter para atuar como sua agente e advogado, como parte do acordo ela dá a sua filha Sarah e ao marido a propriedade Myrtles.


A guerra civil na região resultou em diversas perdas para a família e na propriedade Myrtles, no qual vários pertences pessoais foram saqueados e destruídos pelos soldados da União.


No ano de 1880, Mary falece.


(Foto site oficial)

 

William Drew Winter e Sarah (1880 – 1891)


William e Sarah tiveram 06 filhos, um deles com apenas 03 anos de idade faleceu de febre tifoide.


Após o falecimento de sua sogra, Mary no ano de 1880 William tenta manter a plantação e a fazenda, mas não consegue recuperar o que foi perdido durante a guerra e no ano de 1867, entra em falência.


Em abril do 1868 ele vende a propriedade Myrtles para a New York Warehouse & Security Company.


No ano de 1870, a propriedade Myrtles volta a ser comprada pela Sra. Sarah. M. Winter (Segundo registros ela obteve dinheiro para a compra ajudando os irmãos a fazer fortuna com outras propriedades da família). E novamente a propriedade começa a ter uma nova chance de se erguer, até uma nova tragedia acontecer.


Em Janeiro, do ano de 1871 (segundo dados do jornal Point Coupe Democrat) Willian, dava aulas em casa para um grupo de aluno quando ouviu alguém se aproximar da casa. Esse estranho o chamou, dizendo que tinha negócios a tratar com ele, então Winter foi até a lateral da casa e foi baleado na varanda, morrendo na hora. (trecho retirado com cópia do jornal em inglês).


(Foto site oficial)


Arrasada com a morte do marido, Sarah permaneceu na propriedade junto de seus irmãos, até falecer em Abril de 1878.


Após a morte de Sarah, a propriedade ficou aos cuidados de seus irmão até ser vendida no ano de 1891 para Harrison Milton Williams.


(Foto site oficial)

 

Harrison Milton Williams (1891)


Harrison Milton Williams era Casado com Fannie Lintot Haralson (sua segunda esposa), no qual a primeira havia falecido antes dele vir para o Mississippi. Quando comprou a propriedade já estava casado com Fannie, e tinha seu filho do primeiro casamento. Mais tarde a família cresceu, somando-se mais 07 filhos.


Williams ganhou a reputação de homem trabalhador, tudo parecia estar bem, até a propriedade ser atingida por uma nova tragédia.


Harry, filho mais velho de Willian estava tentando juntar os animais durante uma forte tempestade e acabou caindo no rio Mississippi e se afogou. A morte de Harry, casou grande dores ao casal. E Willian e Fannie passam a propriedade para seu outro filho Surget Minor


Obs. Não encontrei registros de datas.


(Foto site oficial)

 

Surget Minor (não encontrei registros de datas)


Algum tempo depois, Surget casa-se com uma garota da região chamada Jessie Folkes. A propriedade possui várias casas, e um delas é dada de presente para Katie, irmã de Jessie. O tempo novamente passa, e não há registros de todos os detalhes da história. Até chegar no ano de 1950.


(Foto site oficial)

 

Marjorie Muson (1950 – 1992)


Nesse ano a propriedade foi dívida entre os herdeiros, e uma parte foi vendida a Marjorie Muson, uma viúva que estava rica por que tinha fazenda de frangos. Novamente temos saltos na história e falhas de registros até o ano de 1992.


No ano de 1992, Marjorie resolveu fazer uma apólice de seguros contra incêndios, a seguradora pediu que fossem enviadas algumas fotos que mostrassem os prédios e a distância entre eles para realizar os cálculos.


(Foto site oficial)


Em uma das fotos, tiradas por Marjorie, percebeu-se que havia uma pessoa translucida entre dos prédios do local, no qual a proprietária não reconheceu.

 

Ano de 1992 – Chloe (Espírito)


Segundo registros da história (e do site oficial) a primeira aparição ou percepção de espíritos no local começa em 1992.


E além de Chloe outras pessoas, que como a história mostra faleceram no local, atualmente podem ser vista e sentidas na propriedade.


(Foto site oficial)


Quem é Chloe?


Essa mulher está ligada a história dos primeiros proprietários.


Clark Woodrooff casou se com Sarah (filha David Bradford), quando estava gravida de sua terceira filha, sem saber seu marido estava tendo um caso com uma mulher que trabalhava como escrava na fazenda.


Essa mulher era uma empregada doméstica, atuava fazendo os serviços da casa e odiava Clark e suas investidas sexuais, mas apesar de odiá-lo por isso tinha medo de recusar e ser enviada para trabalhar no campo, onde os serviços eram piores e mais pesados, devido a isso, por mais que não gostasse permanecia em silencio.


Essa mulher era Chloe.


Os registros relatam que Clark perdeu o interesse por ela em pouco tempo e Chloe começou a achar que seria enviada para os serviços no campo, com esse medo passou a ouvir conversas pela casa, interessada em saber se seu nome estava sendo citado e envolvido em alguma situação, até ser surpreendia por Clark em uma das vezes que escutava escondido.


Com a intenção de castiga-la, ordenou que uma de suas orelhas fossem cortadas, no que ela passa a usar um turbante para esconder a cicatriz. E além disso passou a revidar situação, segundo conta alguns registros.


Dentre as situações que Chloe fazia para provocar Clark revidando assim o que ele lhe tinha feito, foi colocar veneno no bolo que foi servido a família.


Obs. Nesse pontos a mescla de registros, alguns falam que foi assim que Sarah e os dois filhos: James e Cornelia, morreram. Outros registros, apesar de comentar sobre o veneno, não o coloca como responsável pela morte, afirma que a morte de Sarah e dos filhos: James e Cornelia, foi devido a febre amarela que assolava a região.


Uma verdade é mantida em todos os registros, quando referem-se a morte de Chloe. Os demais escravos, sabendo das ações de Chloe, a enforcaram em um árvore , amarram seu corpo e o jogaram no rio.


Obs. O local onde ocorreu o envenenamento foi próprio de ser usado por Clark e ficou fechado até a propriedade ser vendida. Esse cômodos foi alterado, quando a propriedade foi comprada por Ruffin Gray Stirling, que a transformou em um salão de jogos, que existe até os dias de hoje.


Alguns artigos dizem que Chloe pode já ter sido vista desde sua morte, mas o relato oficial data do ano de 1992, pelo site oficial da propriedade.

 

O texto a seguir foi retirado com cópia do site oficial:


A equipe de filmagem do National Geographic Explorer determinou que a fotografia (da qual a Chloe aparece) definitivamente continha o que parecia ser uma aparição do que eles acreditam ser uma escrava.


A escrava apareceu na passagem aberta entre o Armazém do General e a Despensa do Mordomo da mansão. As placas horizontais externas da mansão eram claramente visíveis através do corpo da aparição. O National Geographic Explorer usou a fotografia em seu documentário e sugeriu que fosse feito um cartão postal.


O Sr. Norman Benoit, um pesquisador de patentes, visitou The Myrtles Plantation em maio de 1995 e solicitou permissão para pesquisar o cartão-postal. Depois de ampliar o cartão postal e fazer um procedimento de densidade de sombra, o Sr. Benoit descobriu que todas as medidas físicas da aparição eram de dimensões e proporções humanas. A circunferência da cabeça, o comprimento do ombro até o cotovelo e o comprimento do cotovelo até o pulso eram todos indicativos de um ser humano.


Você vê a jovem vestida com roupas anteriores à guerra que parece estar espiando pela grande janela? Ela está parada na janela à esquerda da cadeira de balanço branca. A jovem parece estar olhando diretamente para a câmera.


(Foto site oficial)


Seus olhos, cabelo e vestido são claramente visíveis na fotografia, mas o que ainda não está claro é quem é essa garota e como ela chegou lá? Ela é conhecida como "The Ghost Girl" de The Myrtles Plantation.


Esta imagem digital que foi tirada em The Myrtles Plantation e enviada para Dave Young do Paladin Paranormal para sua opinião. Dave, um querido amigo e fervoroso defensor da Myrtles Plantation, sabia que gostaríamos muito de ver esta foto e aprender a explicação por trás dela.


Dave ficou surpreso com o que apareceu na foto e imediatamente a enviou para outros profissionais, incluindo a Sociedade de Pesquisa Psíquica da Inglaterra, fundada em 1882, que é o mais antigo e prestigioso grupo de pesquisa paranormal do mundo.


A foto foi tirada de uma professora e alguns de seus alunos no pátio da The Myrtles Plantation com uma câmera Sony Cybershot DSC-P93A. Sem entrar na explicação técnica que incluiu capacidade megapixel, tamanho do arquivo, sistema de compressão de arquivo GIF, velocidade do obturador, configuração de abertura, configuração de velocidade ISO e distância focal da lente, deixe-me confirmar que nada de incomum foi descoberto ou relatado sobre a fotografia ou a maneira como foi desenvolvido. A fotografia continua a viajar pelo mundo sendo exaustivamente pesquisada, mas ainda sem explicação sobre a 'Garota Fantasma'.


Até hoje a plantação Myrtles vende cartões postais com a imagem nublada do que supostamente é Chloe entre dois prédios.


Cartão Postal


(Foto site oficial)


Dizem que ela pode ser vista várias vezes andando pelo local com seu turbante verde. Algumas vezes dá pra ouvir os gritos das crianças, e outras vezes os que estão dormindo são surpreendidos com o rosto de Chloe os olhando ao lado da cama.

 

Fantasmas/Encantados na propriedade:


Além de Chloe, muitos proprietários e suas famílias faleceram na propriedade, assim como outros escravos.


E todos podem ser vistos e sentidos no local. Os hospedes dizem ouvir risadas e choro de crianças, vozes e outros sons.


Os proprietários e suas famílias, assim como os escravos nunca deixaram de fato o local, ao contrário continuam como moradores eternos da fazenda Myrtles Plantation.


Apesar dos muitos fatos e estudos no local, não houve nenhum fato específico de que os encantados/fantasmas tenham afetado de forma a prejudicar funcionários e hospedes, apenas se deixam ver e sentir.


(Foto site oficial)

 

Myrtles Plantation – Atualmente:


O propriedade do hotel/pousada possui 27 lojas exclusivas, 14 restaurantes e 07 casas de fazenda.


A propriedade está cercada por carvalhos centenários. A Arquitetura possui detalhes originais dos primeiros proprietários e mantem as alterações que foram sendo realizadas ao longo da história.


(Foto site oficial)


Algumas atrações/atividades podem ser vivenciada enquanto estiver na propriedade, passeio externos pela natureza e internos, através do tour. O site apresenta alguns passeio que podem ser escolhidos para conhecer a história, a arquitetura e o mistério que envolve seus eternos moradores em uma das casas mais assombradas dos Estados Unidos.


(Foto site oficial)


“Passeios de um dia com guia e passeios particulares são oferecidos diariamente, bem como passeios autoguiados de cortesia pelos jardins. Passeios misteriosos à noite são oferecidos às sextas e sábados. Reservas antecipadas são altamente encorajadas. Se você está intrigado com a história, pernoite em uma de nossas muitas acomodações espaçosas” (Trecho retirado com cópia do site).


Clique na foto para ser direcionado ao site oficial para saber valores, passeios e dias.


 
 

Youtube: (Canal oficial – Empresa de Publicidade).


2 comentarios

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Invitado
29 sept 2021

eu morararia ai com certeza

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Invitado
06 jul 2021

Amei, quero conhecer!! Seu blog é show. é um guia de viagem, li que você se formou em Turismo, to amando o blog, ´porque é raro ler por ai sobre sobrenatural dessa forma, sempre é tudo muito tragico ou macabro, você traz uma outra visão. Parabéns Thais pela ideia e pelos textos.


Li o Route 66, adorei seu livro e estou acompamnho o blog, escreve muito bem.

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