Livro: Hospício da Praia Vermelha: do Império à República (Rio de Janeiro, 1852-1944)
- Thais Riotto
- 17 de mar.
- 1 min de leitura
Organizado por Ana Teresa A. Venâncio e Allister Teixeira Dias, e não por Juliana de Godoy.
Esta obra reúne pesquisas recentes sobre a história do Hospício Nacional de Alienados, a primeira instituição psiquiátrica do Brasil, localizada na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.
O livro aborda a trajetória do hospício desde sua inauguração em 1852, durante o Império, até seu fechamento em 1944, já na República.
Os capítulos exploram diversos aspectos, como as transformações políticas e sociais que influenciaram a instituição, o cotidiano dos internos e as práticas médicas adotadas ao longo do tempo.
A obra discute a relação entre a assistência psiquiátrica e questões de raça, gênero e classe social, evidenciando como o hospício refletia as tensões e desafios da sociedade brasileira em diferentes períodos históricos.
Este livro é uma contribuição significativa para os estudos sobre a história da psiquiatria e das instituições de saúde mental no Brasil, oferecendo uma análise detalhada e crítica do papel do Hospício da Praia Vermelha na construção das políticas de saúde mental no país.
Atualmente, onde funcionava o Hospício da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, está localizada a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O local abriga parte do campus da Praia Vermelha, que sedia unidades como o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) e a Escola de Comunicação (ECO).
O antigo hospício foi desativado em 1944, e o prédio passou por reformas para se tornar parte do complexo universitário da UFRJ.
Site Oficial: https://ufrj.br
Ótimo estava mesmo procurando indicações de livros sobre esse tema, tenho lido alguns, sou médica e dentro da medicina esse tema me interessa.
Tenho acompanhado seu curso e seu blog, Gosto da forma de respeito que traz os assuntos que fala sobre pós morte, Diferente da grande maioria que dá foco ao terror e as lendas, pela diversão ou por causar medo apenas, sem uma estrutura e esquecem que dos que morreram ficaram famílias e amigos, e com a era da tecnologia, idiomas diferentes são traduzidos.
Mesmo sobre a morte do Turismo Assombrado, apresenta perspectivas com respeito e mostra ao público as lendas com base, bem perceptível, de uma pesquisa ampla.